quarta-feira, 2 de julho de 2008

"Num mundo em que aparece uma coisa diferente a cada fração de segundo, o futuro dos designers, nesse caso, pode estar em xeque. Como criar algo diferente o tempo todo? A saída, segundo Vera Damazio, é a criação de coisas que favoreçam a aproximação entre as pessoas. "O design tem de favorecer as relações sociais, proporcionar momentos com os outros, cuidar da sociabilidade. Só assim ele ficará gravado na memória", diz. +

Engraçado como as coisas se inverteram. O importante, então, é que o DESIGN seja memorável? Para isso, ESTRATEGICAMENTE, podemos até criar algo útil para a humanidade. Que legal!! Podemos até salvar o Planeta? Jura? Ahhhhhhh

3 comentários:

mundocodificado disse...

Do que vocês têm escrito, o que mais me fascina é a própria escrita. E isso não é uma masturbação linguística que, às vezes, recebe o nome técnico de " metalinguística". Isso é uma tentativa, certamente cabota, de tecer uma simpatia entre o que é possível dizer e o que, na verdade, está sendo dito. É o entredito, aquilo que fica no intervalo entre o que a possibilidade de ler, os limites dos comentários, e o que está no enlace da comunicação. Como se trata de Vilém, aquele que disse que " explicar é fácil; o difícil, mesmo, é comunicar" acho que estamos tentando o mais difícil. Por isso é, sim, arriscado tentar entender a " coisa" pela diferença, por exemplo, entre " linha" e " superfície"; o melhor, no meu entender, é ir logo ao ponto: onde está a possibilidade do entre a linha e a superfície? Por isso, vos pergunta, caros amigos: onde está a entrelinha que tece algo que é mais do que asuperfície da superfície? Abraços, Mário

ELA disse...

Não sei se isso é possível. Se pensarmos em evolução, não é possível. Acho que tendemos a distanciar cada vez mais da linha, e isso parece mais evolução que decadência, ainda que você não goste dos antagonismos, caro Mário!
Mas, podemos resgatar o pensar. O pensar antes e pós-produção. Não sei se teríamos alguma ganho real, mas vale a pena testar.

ELA disse...

O que poderia nos conduzir a um esvaziamento da profissão ou à reinvenção do design. Ou ao suicídio do que ousarem tentar.